Durante a pandemia de COVID-19 muitos professores, em especial os que atuam na Educação Básica, tiveram que se adaptar rapidamente à nova realidade de ensino imposta pelas medidas de distanciamento social. O ensino remoto virou o “novo normal”, e o esforço de toda a comunidade de professores para continuar desempenhando da melhor forma possível seu trabalho está sendo imenso. A grande maioria foi forçada a aprender de uma hora para outra novas ferramentas voltadas para o ensino não presencial. Neste novo contexto, o professor tem o importante papel de potencializar a autoria colaborativa dos estudantes nas diferentes interfaces, seja formulando problemas, provocando questionamentos, coordenando grupos de trabalho e incentivando a produção de conhecimentos no coletivo. Sem dúvidas, um dos pontos de maior discussão está sobre as avaliações. Como avaliar? O momento atual nos apresenta uma reflexão, até certo ponto, contraditória: não faz muito sentido insistirmos, simplesmente, em instrumentos avaliativos individuais e sem consulta se, diante dos desafios impostos pelo ensino remoto, nós professores, estamos discutindo coletivamente soluções para as dificuldades encontradas, compartilhando experiências e consultando a literatura de pesquisa. O desafio que enfrentamos, agora, demanda o gerenciamento das possibilidades que foram reveladas com esse “novo normal”, compreendendo a interação e a colaboração como partes integrantes do processo de ensino-aprendizagem dos estudantes, que inclui as dinâmicas de avaliação desse percurso. Na mesa Reinvenções no Ensino Remoto os professores Marcos Monte (CAP-UFRJ) e Luiz Felipe Lins (Escola Municipal Francis Hime), mediados pelo professor Leonardo Barichello (UNICAMP e SENAC), irão compartilhar suas experiências durante esse período.
Reinvenções no Ensino Remoto
Reinvenções no Ensino Remoto
Durante a pandemia de COVID-19 muitos professores, em especial os que atuam na Educação Básica, tiveram que se adaptar rapidamente à nova realidade de ensino imposta pelas medidas de distanciamento social. O ensino remoto virou o “novo normal”, e o esforço de toda a comunidade de professores para continuar desempenhando da melhor forma possível seu trabalho está sendo imenso. A grande maioria foi forçada a aprender de uma hora para outra novas ferramentas voltadas para o ensino não presencial. Neste novo contexto, o professor tem o importante papel de potencializar a autoria colaborativa dos estudantes nas diferentes interfaces, seja formulando problemas, provocando questionamentos, coordenando grupos de trabalho e incentivando a produção de conhecimentos no coletivo. Sem dúvidas, um dos pontos de maior discussão está sobre as avaliações. Como avaliar? O momento atual nos apresenta uma reflexão, até certo ponto, contraditória: não faz muito sentido insistirmos, simplesmente, em instrumentos avaliativos individuais e sem consulta se, diante dos desafios impostos pelo ensino remoto, nós professores, estamos discutindo coletivamente soluções para as dificuldades encontradas, compartilhando experiências e consultando a literatura de pesquisa. O desafio que enfrentamos, agora, demanda o gerenciamento das possibilidades que foram reveladas com esse “novo normal”, compreendendo a interação e a colaboração como partes integrantes do processo de ensino-aprendizagem dos estudantes, que inclui as dinâmicas de avaliação desse percurso. Na mesa Reinvenções no Ensino Remoto os professores Marcos Monte (CAP-UFRJ) e Luiz Felipe Lins (Escola Municipal Francis Hime), mediados pelo professor Leonardo Barichello (UNICAMP e SENAC), irão compartilhar suas experiências durante esse período.
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